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	<title>Comentários sobre: Sobre um fato cotidiano</title>
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	<description>O blog que ela não queria, mas ele insistiu.</description>
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		<title>Por: Em Memória&#8230; &#124; Miscelâneas</title>
		<link>http://www.isabellices.com/sobre-um-fato-cotidiano/#comment-866</link>
		<dc:creator>Em Memória&#8230; &#124; Miscelâneas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 04:26:07 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Memória&#8230;  Posted on fevereiro 25, 2010 by MarianaMSDias   Li o texto da linda @isabellaianelli sobre a morte. Ela fala da morte física, da morte que chega sem avisar, [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Memória&#8230;  Posted on fevereiro 25, 2010 by MarianaMSDias   Li o texto da linda @isabellaianelli sobre a morte. Ela fala da morte física, da morte que chega sem avisar, [...]</p>
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		<title>Por: isabella eustaquio dos santos</title>
		<link>http://www.isabellices.com/sobre-um-fato-cotidiano/#comment-696</link>
		<dc:creator>isabella eustaquio dos santos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 May 2010 22:28:37 +0000</pubDate>
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		<description>Dani Marques &#124; 24 de fevereiro de 2010 at 15:09 
Oi!

Lindo seu blog e ótimo este texto! Cheguei aqui depois do tweet do @gustavogitti.
Seu txt me fez pensar nas pessoas q eu amo e se foram e lembrei do meu vô. O Vô Hercílio se foi cedo demais para mim. Acho q sempre q somos loucos por alguém e essa pessoa se vai, a gente acha q é cedo, né?
Concordo em partes com isso de morrer algo tb na gente. Mas, por outro lado, eu costumo dizer q meu vô se tornou imortal qdo partiu, pq nós da família não passamos um dia sem lembrar ou repetir uma piada dele. Contar ou aumentar uma das tantas histórias fantásticas que ele inventava. Ou cantar e rir das músicas engraçadíssimas que ele gostava.

E cá estou eu, 15 anos depois lembrando dele novamente e, mais uma vez, imortalizando-o.

Obrigada por me fazer lembrar do melhor vô que já existiu. :)
E espero que a sua dor e dessa pessoa que perdeu o pai passem logo e fiquem só as boas lembranças.

Beijo
Dani
 Dani Marques &#124; 24 de fevereiro de 2010 at 15:09 
Oi!

Lindo seu blog e ótimo este texto! Cheguei aqui depois do tweet do @gustavogitti.
Seu txt me fez pensar nas pessoas q eu amo e se foram e lembrei do meu vô. O Vô Hercílio se foi cedo demais para mim. Acho q sempre q somos loucos por alguém e essa pessoa se vai, a gente acha q é cedo, né?
Concordo em partes com isso de morrer algo tb na gente. Mas, por outro lado, eu costumo dizer q meu vô se tornou imortal qdo partiu, pq nós da família não passamos um dia sem lembrar ou repetir uma piada dele. Contar ou aumentar uma das tantas histórias fantásticas que ele inventava. Ou cantar e rir das músicas engraçadíssimas que ele gostava.

E cá estou eu, 15 anos depois lembrando dele novamente e, mais uma vez, imortalizando-o.

Obrigada por me fazer lembrar do melhor vô que já existiu. :)
E espero que a sua dor e dessa pessoa que perdeu o pai passem logo e fiquem só as boas lembranças.

Beijo
Dani
@danimie

@danimie</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dani Marques | 24 de fevereiro de 2010 at 15:09<br />
Oi!</p>
<p>Lindo seu blog e ótimo este texto! Cheguei aqui depois do tweet do @gustavogitti.<br />
Seu txt me fez pensar nas pessoas q eu amo e se foram e lembrei do meu vô. O Vô Hercílio se foi cedo demais para mim. Acho q sempre q somos loucos por alguém e essa pessoa se vai, a gente acha q é cedo, né?<br />
Concordo em partes com isso de morrer algo tb na gente. Mas, por outro lado, eu costumo dizer q meu vô se tornou imortal qdo partiu, pq nós da família não passamos um dia sem lembrar ou repetir uma piada dele. Contar ou aumentar uma das tantas histórias fantásticas que ele inventava. Ou cantar e rir das músicas engraçadíssimas que ele gostava.</p>
<p>E cá estou eu, 15 anos depois lembrando dele novamente e, mais uma vez, imortalizando-o.</p>
<p>Obrigada por me fazer lembrar do melhor vô que já existiu. :)<br />
E espero que a sua dor e dessa pessoa que perdeu o pai passem logo e fiquem só as boas lembranças.</p>
<p>Beijo<br />
Dani<br />
 Dani Marques | 24 de fevereiro de 2010 at 15:09<br />
Oi!</p>
<p>Lindo seu blog e ótimo este texto! Cheguei aqui depois do tweet do @gustavogitti.<br />
Seu txt me fez pensar nas pessoas q eu amo e se foram e lembrei do meu vô. O Vô Hercílio se foi cedo demais para mim. Acho q sempre q somos loucos por alguém e essa pessoa se vai, a gente acha q é cedo, né?<br />
Concordo em partes com isso de morrer algo tb na gente. Mas, por outro lado, eu costumo dizer q meu vô se tornou imortal qdo partiu, pq nós da família não passamos um dia sem lembrar ou repetir uma piada dele. Contar ou aumentar uma das tantas histórias fantásticas que ele inventava. Ou cantar e rir das músicas engraçadíssimas que ele gostava.</p>
<p>E cá estou eu, 15 anos depois lembrando dele novamente e, mais uma vez, imortalizando-o.</p>
<p>Obrigada por me fazer lembrar do melhor vô que já existiu. :)<br />
E espero que a sua dor e dessa pessoa que perdeu o pai passem logo e fiquem só as boas lembranças.</p>
<p>Beijo<br />
Dani<br />
@danimie</p>
<p>@danimie</p>
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	<item>
		<title>Por: Gustavo Gitti</title>
		<link>http://www.isabellices.com/sobre-um-fato-cotidiano/#comment-470</link>
		<dc:creator>Gustavo Gitti</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 22:44:22 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Além de bela és inteligente e charmosa. Pena que mora em SP e eu no RJ…&quot;

Tsc, tsc...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Além de bela és inteligente e charmosa. Pena que mora em SP e eu no RJ…&#8221;</p>
<p>Tsc, tsc&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Bruno</title>
		<link>http://www.isabellices.com/sobre-um-fato-cotidiano/#comment-469</link>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 20:55:00 +0000</pubDate>
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		<description>Diferentemente da Construção do Chico, a vida não ternina sempre com a última palavra de cada verso proparoxítona, que faz da vida um ritmo desmarcado e aleatório, a contrario senso da bela música.

Além de bela és inteligente e charmosa. Pena que mora em SP e eu no RJ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Diferentemente da Construção do Chico, a vida não ternina sempre com a última palavra de cada verso proparoxítona, que faz da vida um ritmo desmarcado e aleatório, a contrario senso da bela música.</p>
<p>Além de bela és inteligente e charmosa. Pena que mora em SP e eu no RJ&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mau</title>
		<link>http://www.isabellices.com/sobre-um-fato-cotidiano/#comment-337</link>
		<dc:creator>Mau</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 17:19:02 +0000</pubDate>
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		<description>No man is an island,
Entire of itself.
Each is a piece of the continent,
A part of the main.
If a clod be washed away by the sea,
Europe is the less.
As well as if a promontory were.
As well as if a manner of thine own
Or of thine friend&#039;s were.
Each man&#039;s death diminishes me,
For I am involved in mankind.
Therefore, send not to know
For whom the bell tolls,
It tolls for thee.

John Donne</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No man is an island,<br />
Entire of itself.<br />
Each is a piece of the continent,<br />
A part of the main.<br />
If a clod be washed away by the sea,<br />
Europe is the less.<br />
As well as if a promontory were.<br />
As well as if a manner of thine own<br />
Or of thine friend&#8217;s were.<br />
Each man&#8217;s death diminishes me,<br />
For I am involved in mankind.<br />
Therefore, send not to know<br />
For whom the bell tolls,<br />
It tolls for thee.</p>
<p>John Donne</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Kika Baldasseirine</title>
		<link>http://www.isabellices.com/sobre-um-fato-cotidiano/#comment-336</link>
		<dc:creator>Kika Baldasseirine</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 17:16:42 +0000</pubDate>
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		<description>Olá minha querida Isa... 
Apesar de te conhecer pouco (gostaria muito de ter te conhecido melhor!), lendo o que sai desta alma linda e deste coração sensível, passo a te respeitar e te admirar mais...eu sempre disse que sua beleza não é só exterior!
Vc foi perfeita no seu texto e na citação da música do Chico. Obrigada!
Beijos ...ah e parabéns...estamos perto do seu aniverário!né?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá minha querida Isa&#8230;<br />
Apesar de te conhecer pouco (gostaria muito de ter te conhecido melhor!), lendo o que sai desta alma linda e deste coração sensível, passo a te respeitar e te admirar mais&#8230;eu sempre disse que sua beleza não é só exterior!<br />
Vc foi perfeita no seu texto e na citação da música do Chico. Obrigada!<br />
Beijos &#8230;ah e parabéns&#8230;estamos perto do seu aniverário!né?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mari Hauer</title>
		<link>http://www.isabellices.com/sobre-um-fato-cotidiano/#comment-293</link>
		<dc:creator>Mari Hauer</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 23:29:31 +0000</pubDate>
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		<description>Isa, que texto lindo!

Como diz aquela frase, &quot;Pra morrer basta estar vivo!&quot;, não é? Uma das únicas certezas na vida... Fiquei pensando no que você falou, de que não vivemos como pudesse acontecer hoje. E não, eu não vivo assim. Mas percebi que também não vivo como se tivesse &quot;todo o resto da vida&quot;, como se tivesse todo o tempo do mundo. 
Eu costumo dizer que eu vivo uma vida em cinco minutos! Não espero o dia em que tal coisa acontecer pra ser feliz, ou ser triste, ou encontrar alguém! 

A vida já me mostrou, por diferentes formas de morrer, que não dá pra esperar... nem pela morte, nem pela vida! A gente morre quando um relacionamento acaba, quando se afasta dos amigos pq já não existe mais valores em comum... você morre como filha quando se torna mãe, morre como irmã quando se torna tia, morre como namorada quando seu namorado não te olha mais com desejo... A gente morre todo dia. Cotidiano. Como se fosse...

Um beijo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isa, que texto lindo!</p>
<p>Como diz aquela frase, &#8220;Pra morrer basta estar vivo!&#8221;, não é? Uma das únicas certezas na vida&#8230; Fiquei pensando no que você falou, de que não vivemos como pudesse acontecer hoje. E não, eu não vivo assim. Mas percebi que também não vivo como se tivesse &#8220;todo o resto da vida&#8221;, como se tivesse todo o tempo do mundo.<br />
Eu costumo dizer que eu vivo uma vida em cinco minutos! Não espero o dia em que tal coisa acontecer pra ser feliz, ou ser triste, ou encontrar alguém! </p>
<p>A vida já me mostrou, por diferentes formas de morrer, que não dá pra esperar&#8230; nem pela morte, nem pela vida! A gente morre quando um relacionamento acaba, quando se afasta dos amigos pq já não existe mais valores em comum&#8230; você morre como filha quando se torna mãe, morre como irmã quando se torna tia, morre como namorada quando seu namorado não te olha mais com desejo&#8230; A gente morre todo dia. Cotidiano. Como se fosse&#8230;</p>
<p>Um beijo!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marquinhos</title>
		<link>http://www.isabellices.com/sobre-um-fato-cotidiano/#comment-292</link>
		<dc:creator>Marquinhos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 22:50:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.isabellices.com/?p=304#comment-292</guid>
		<description>Bonito texto Isa.

A pior parte, apesar de ser o melhor caminho, é a aceitação. Ainda to no processo.

Beijos, 
Cu</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bonito texto Isa.</p>
<p>A pior parte, apesar de ser o melhor caminho, é a aceitação. Ainda to no processo.</p>
<p>Beijos,<br />
Cu</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Claudia</title>
		<link>http://www.isabellices.com/sobre-um-fato-cotidiano/#comment-291</link>
		<dc:creator>Claudia</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 22:19:53 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns pelo texto. Muito bonito e verídico.
 
Por mais que a morte seja cotidiana, ela é também sempre uma novidade, sempre uma surpresa e um choque. Justamente porque enquanto temos a presença física das pessoas, tendemos a deixar as coisas para o dia seguinte, como você falou no texto. E acho que esse choque se torna mais intenso por isso também. Porque ficamos com aquele gosto amargo na boca em razão de ter postergado tanto o que estava na ponta da língua para ser dito, mas que não deu tempo e nunca mais haverá, e a “culpa” se torna maior e conseqüentemente a dor dessa perda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo texto. Muito bonito e verídico.</p>
<p>Por mais que a morte seja cotidiana, ela é também sempre uma novidade, sempre uma surpresa e um choque. Justamente porque enquanto temos a presença física das pessoas, tendemos a deixar as coisas para o dia seguinte, como você falou no texto. E acho que esse choque se torna mais intenso por isso também. Porque ficamos com aquele gosto amargo na boca em razão de ter postergado tanto o que estava na ponta da língua para ser dito, mas que não deu tempo e nunca mais haverá, e a “culpa” se torna maior e conseqüentemente a dor dessa perda.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Isa</title>
		<link>http://www.isabellices.com/sobre-um-fato-cotidiano/#comment-290</link>
		<dc:creator>Isa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 22:12:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.isabellices.com/?p=304#comment-290</guid>
		<description>Amiga, a morte é cotidiana, mas como todo o cotidiano louco que a gente vive, nós só percebemos a realidade arrebatadora que a morte tem quando ela acontece com a gente. Perto da gente.
Eu só não concordo com uma coisa que você disse: que quando alguém morre, morre tudo junto, as piadas, as risadas, os lugares. E vou te dizer porque. Perdi meu melhor amigo recentemente. De uma das formas mais trágicas que eu consigo pensar. Nossa amizade foi do colégio, desde criancinha, era meu irmãozinho. E, quando o colégio acabou, nosso contato diminuiu. Muito. Mais do que eu conseguiria me perdoar. E digo que não concordo com você, porque todo dia, todo dia, a primeira coisa que eu penso quando acordo são nos nossos lugares. Nas nossas risadas. 
Então, por isso que disse que não morre. Vive. Vive da forma mais dolorosa, diariamente te avisando que &quot;oi, tô aqui. Eu existi e fui bom pra caralho pra você.&quot; E ai você lembra, porrada no peito mesmo, que puf! Acabou. 
É a forma mais pura de se estar vivo. De se lembrar que está vivo - e ele não. É a forma mais bruta e tosca de se lembrar que está vivo, sendo que, antes, já estávamos acostumados a nos esquecer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Amiga, a morte é cotidiana, mas como todo o cotidiano louco que a gente vive, nós só percebemos a realidade arrebatadora que a morte tem quando ela acontece com a gente. Perto da gente.<br />
Eu só não concordo com uma coisa que você disse: que quando alguém morre, morre tudo junto, as piadas, as risadas, os lugares. E vou te dizer porque. Perdi meu melhor amigo recentemente. De uma das formas mais trágicas que eu consigo pensar. Nossa amizade foi do colégio, desde criancinha, era meu irmãozinho. E, quando o colégio acabou, nosso contato diminuiu. Muito. Mais do que eu conseguiria me perdoar. E digo que não concordo com você, porque todo dia, todo dia, a primeira coisa que eu penso quando acordo são nos nossos lugares. Nas nossas risadas.<br />
Então, por isso que disse que não morre. Vive. Vive da forma mais dolorosa, diariamente te avisando que &#8220;oi, tô aqui. Eu existi e fui bom pra caralho pra você.&#8221; E ai você lembra, porrada no peito mesmo, que puf! Acabou.<br />
É a forma mais pura de se estar vivo. De se lembrar que está vivo &#8211; e ele não. É a forma mais bruta e tosca de se lembrar que está vivo, sendo que, antes, já estávamos acostumados a nos esquecer.</p>
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