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Sim, nesta semana, eu apareci no PapodeHomem para dar pitaco em como você tempera sua Guacamole.

A minha Guacamole
Não, eu não entendo muito do assunto, mas já andei amassando muito abacate na vida e aprendi alguns truques básicos e uma receita ótima. Aí, meu namorado, que é editor daquele blog repleto de homens esfomeados, sugeriu a pauta, tirou foto e me convenceu a fazer um texto animadinho.
É claro que o texto foi manipulado pelo editor engraçadinho. Basta ler o título, que obviamente não condiz com minha realidade e observar atentamente minha expressão ao experimentar a Margarita feita por ele (está na última foto do post de lá, que eu me recuso a reproduzir aqui porque realmente não me favorece).

Isabella escolhe: abacate comum ou avocado?
Além de ter me feito passar uma grande vergonha, o texto serviu para mostrar meus dotes culinários, pouco apreciados neste espaço. Veja aqui minha pose versão Amélia e não vá para o blog do PapodeHomem se quiser manter esta versão pura e ingênua em sua mente:

Eu que fiz!
O resultado da receita eu garanto que é muito bom. Tanto que minhas próximas ambições na cozinha são aprender a fazer um ótimo Frijoles e, finalmente, começar a produzir meus próprios Nachos. Uma mexicanazinha, praticamente.
PS: Esta semana também participei do blog Frases de crianças, descrevendo uma situação com um aluno meu. É só a primeira de muitas aparições por lá, porque criança tem cada pérola… Aliás, leia o blog e se divirta.
por Isabella Ianelli em 2/04/2010 | cotidiano | 8 comentários
Eu não precisava de um blog novo. Não mesmo. Estava feliz com meu blogspot, com o nome que dei a ele, com as coisas que eu consegui mexer na raça no html e até com o fato de ser um bloguezinho.
Acontece que ele chegou aos poucos. Primeiro, criticou a fonte que eu usava. Depois, passou a reclamar das cores. Quando me dei conta, falou mal do nome do meu blog. Isabella vira notícia: vocês veem algum problema nele? Nem eu!
Depois de criticar a fonte, o formato, as cores e o nome, passou a agir de um modo diferente: começou a elogiar loucamente qualquer mera produção textual minha. Não perdia a chance de elevar qualquer texto meu. Desconfio que ele nem mesmo lia – mas elogiava.
O ápice aconteceu quando escrevi o primeiro (e único) texto do ano de 2010. Me ligou sugerindo o nome (que já estávamos namorando – eu, ele e o nome – há algum tempo), se prontificou a fazer o blog e a comprar o domínio. Relutei algum tempo – para mostrar que sou difícil – porém, diante de tantas facilidades, cedi.
Aí, nasceu este blog aqui com o nome de isabellices, que já era uma categoria do blog passado e é algo comum na minha vida desde meus quinze anos de idade, quando, na aula de inglês, um amigo irritado comigo gritou: “Stop doing isabellices!”. Acatei o pedido, parei de fazer e passei a escrever isabellices.
Quanto à aparência disto aqui, adoro cinza, amei este rosa e fui eu que fiz todos os rococós aqui do lado, assim como as flechinhas e as bolinhas. Ainda faltam alguns outros rococós e acertos, mas, para tanto, vou precisar pressionar mais um pouco o fazedor deste blog.
O legal é que consegui separar o blog em três principais categorias: arte e cultura, cotidiano e educação. Além disso, agora tenho um local para escrever um pouco sobre mim. Gostei. Fora o contato ali em cima, que é coisa de gente muito importante. Rá!
É isso. Bem-vindos. Espero que palpitem!
por Isabella Ianelli em 3/02/2010 | cotidiano | 14 comentários
Ou: por qual motivo as pessoas entram neste blog?
Futricando as estatísticas deste blog, cheguei à conclusão de que as pessoas entram aqui por motivos diversos. Podemos, inicialmente, separar dois casos. O primeiro é o abrangente grupo de familiares, amigos, conhecidos e semi-conhecidos, que entra neste blog pelo orkut, através de um link no twitter ou em um blog em que estou linkada ou digitando o endereço e – pronto! – chegou.
O segundo caso é o de pessoas que caem por aqui porque procuravam por alguma coisa no google. O top six das procuras, as que mais atraem leitores para este humilde blog são:
1) O que significa liberdade. Preciso confessar: eu também não sei! Escrevi alguma bobagem por aqui, eu sei, aí vocês olham no google, pensam que pode ser a última esperança de tirar 10 naquele trabalho de Ética e Cidadania e leem. Mas eu também não sei. Sugiro que todos que procuram pela resposta deixem um comentário no texto. Podemos publicar um livro com grandes asneiras dentro em breve.
2) O que significa Isabela. Sim, meu nome é com dois L, eu sei, mas a procura é, quase sempre, pelo nome assim. Eu poderia escrever o que sei do meu nome. Enfim, o que eu sabia até os dezessete anos, porque depois fiquei confusa. Fui aluna de Jean Lauand na universidade e ele me deu uma aula sobre a bíblia, citando cada aspecto do meu nome. Creio que ele disse, depois de uma longa história, que Isabella significa: Deus cumpriu sua promessa. Acreditei, claro, ele me deu muita base. Até que conheci o padre Líbero, grande amigo da minha família, que toda vez que aparece na casa dos meus avós me dá outra resposta. Diz que Isabella é consagrada a Deus, de Deus, presente de Deus. Enfim. Antes mesmo de conhecer o padre, dei esta explicação para Lauand e ele (gentilmente) riu da minha cara. O que importa para vocês, futuros papais que aqui caem: Isabella (assim, com dois L) é o nome que mais é colocado em meninas. Seguido de Giovanna, Ana e Maria, segundo um levantamento que a revista Veja publicou. Não achei o link, mas confirmei os dados trabalhando com educação infantil. Minha dica: procurem por outro nome.
3) Música eu tava triste, tristinho. Coloquei esta frase da música como título de um texto que escrevi para falar sobre o primeiro worksarau do Galdino. Mas, então, não tem mais nada, nadinha da música. Ajudo: é do Zeca Baleiro. Aposto que na mesma pesquisa já aparece a letra. Então, por que vocês entram aqui?
4) Leandro de Lajonquière. A primeira coisa que eu fazia (faço ainda) quando vou começar a ter aulas com alguém é jogar o nome da pessoa no google. Opa. Claro. Quero saber tudo o que a pessoa fez, quero ler referências formais, informais, documentos, textos em blogs: tudo. Então, se você entrou aqui para saber dele, o post está bem completo: ele é o máximo. Ah, a propósito, se você é o próprio Leandro, só acrescento: a parte dos “olhares, casamento, filhos e uma casa com horta” foi escrita para dar mais emoção ao texto. Espero que compreenda.
5) Como amarrar tecido acrobático. Eu amarro do jeito que vi que eles fazem no circo. Não tem um grande truque nem como eu detalhar. Quando fui explicar para meu pai, ele riu. Disse que é óbvio, que é o mesmo jeito de amarrar sei lá o que da pescaria. Então, observe a foto. É simples, não tem erro. E se você nunca viu um tecido acrobático amarrado de perto, pra que vai querer amarrar um na árvore mais próxima? Hein?
6) Mulé burra. Mulé burra é um site ótimo, cheio de relatos incríveis e tal. Escrevi um texto pequeno sobre e, pasmem, sempre tem pesquisa do google caindo aqui. Como assim, gente? Eu procuro por Mulé burra no google, acho o site e entro. O que esse povo vem fazer aqui?
Aguardo ansiosa por mais casos bizarros.
PS: Duas procuras curiosas:
1) Alguém de Portugal procurou no google por “Isabela burra” e caiu aqui. Achei justo.
2) Outro alguém procurou por “homens comendo cadelas” e caiu neste post. Tenho a impressão de que ele não achou exatamente o que procurava…
PS2: Caros meia dúzia de leitores, consegui! Deixei meu blog mais “gordinho”, notaram? Algumas horas de briga com o html, mas consegui. Sozinha. Sou uma gênia!
por Isabella Ianelli em 24/06/2009 | cotidiano | 9 comentários
Eu comecei, de verdade, neste mundo dos blogs há pouco tempo. E leiga que sou, para mim, não existia uma hierarquia. Muito menos os(as) blogueiros(as) famosos(as) e o top dez dos(as) blogueiros(as) mais gatos(as). Até então, para mim, blogueiro famoso era o Tico Santa Cruz. E blogueira gata era a Luana Piovani. Assim: primeiro famoso, depois blogueiro. Antes gata, depois blogueira. Até aqui, tudo bem?
E eu comecei este blog sem propósito algum. Como ele continua. Sem linha editorial, bom gosto ou leitores. Sem nada. Eu apenas tinha um blog para escrever o que me desse na telha.
Até que… Bem, como vou explicar? Minha mãe explicaria melhor. Ela diria (não com estas palavras, claro!) que eu tenho a síndrome do palquinho. É, sempre namoro alguém mais ou menos famosinho. Com dezesseis anos, foi o cantor. Cantor da igreja e de uma banda de pop rock, famoséeeeerrimo por aqueles lados (leia-se: conhecido na cidade de oito mil habitantes). O outro famoso foi um ator. Em constante ascensão, claro, mas nada que não o deixasse ser parado na Augusta e no centro o tempo todo: “Ei, você: não fez aquele filme…?”. Fez.
Aí, então, comecei a namorar um blogueiro. Não qualquer um. Um blogueiro famoso. Não, não é um famoso blogueiro. Ao contrário, entende? Antes blogueiro, depois famoso na blogosfera. Pois é, gente, eu nem sabia que isto existia. Juro. Fiquei chocada quando vi a proporção da coisa. Encontros, debates, top dez, concorrências, amizades, pegações.
Querido, só não me esmague, tá?
Depois do início do meu namoro, meus problemas começaram. O que era para ser uma brincadeirinha, virou coisa séria. Afinal, ele passa oito horas produzindo um texto fantástico, vem a sabichona aqui e escreve uma besteirinha pra ninguém ler? Cobrança própria. Depois de concluir que eu não tenho nenhum conhecimento sublime para dividir com ele e com os leitores dele, começou a cobrança dele.
“Isso é feio!”. Isso o que, meu bem? “Letra grande aqui, letra pequena ali. Tem que padronizar…”. Poxa! E eu que achava tão divertido escrever ora com letras pequenas, ora grandes… Fui podada. “Blogspot, argh…”. Mas por que ARGH? Sempre achei tão bom. “Por que não muda para o…?”. Não cedi, claro. Ainda.
Aí, outro problema. As top blogueiras gatas. Eu percebi que muitas não são gatas blogueiras. São blogueiras gatas. Confuso? Assim: algumas nem são tão bonitas. Mas, entre as blogueiras destacadas, são as mais gatas. Resumindo – que eu posso ser sincera neste meu cantinho pouco visitado: algumas são bem mais ou menos. Assim, para serem parte da lista VIP. Mas você acha que eu posso falar isso assim, livremente? Nem tentei para não levar um: “Mas ela é linda…!”. Nem vou tentar.
Fora isso, ah, claro, as leitoras, como não? Mil e duzentas, todas encantadas. Todas caidinhas, como eu pelo Dr. House, eu pelo Leandro, eu pelo… Enfim. Nem ligo. Vira e mexe tem alguma buscando pelo nome dele aqui neste blog. Aqui? Justamente aqui? Aqui só entra isabellice. Nenhum conhecimento sublime, definitivamente.
Por estas e por outras, ando cautelosa nos posts aqui. E feliz dia dos namorados!
por Isabella Ianelli em 11/06/2009 | cotidiano | 4 comentários
O fato é: somos idiotas. Sim, todas nós somos burras. Ele é um canalha, não vale nada, não merece a sua confiança. Mas não adianta: você só vai perceber isso depois de um mês. E vai ter que ouvir seus amigos relatando todas as pistas que ele deixou pelo caminho…
Se você quer ler inúmeros casos deste tipo e ter a certeza de que o mundo está cheio de burrices, seu lugar é no Mulé Burra. Para morrer de rir com Bucéfala (minha preferida!), Idiotilde, Jujumenta e Antânia, quatro personagens que contam histórias reais.
Por que será que só lembrei deste site hoje, depois de tanto tempo…? Ió, ió…
por Isabella Ianelli em 28/02/2009 | arte e cultura | 7 comentários